A Reforma Tributária está em fase final de regulamentação, e 2026 marca o início da transição ativa. Para empresas de todos os portes, isso significa que o planejamento deve começar agora, e o ideal é que o primeiro passo seja um checklist abrangente de adequações.

O ano de 2026 será de “teste operacional”: a alíquota-teste da nova contribuição federal CBS e do imposto estadual/municipal IBS será aplicada simbolicamente (0,9 % e 0,1 %, respectivamente), sem recolhimento definitivo, para permitir adaptação gradativa.

Contudo, sistemas de emissão de nota fiscal, cadastro de produtos e serviços, classificação tributária, controle de créditos, precificação e controles internos precisam ser revisados desde já. Empresas que não iniciem esse processo com antecedência podem enfrentar rejeições de notas fiscais, falhas na apuração e dificuldade para migrar quando o novo modelo estiver em vigor.

Além disso, um bom planejamento contábil-financeiro (cash flow, projeções, balanços) vai ajudar a identificar impactos no caixa, necessidade de ajustes de preço ou renegociações de contratos.

Outro ponto fundamental é a comunicação interna: informar sócios, gestores e equipe fiscal sobre o que muda, prazos e responsabilidades. A transparência evita erros e garante maior controle.

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